Aprenda a lidar com o Distúrbio do Déficit de Atenção (DDA)

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Aprenda a lidar com o Distúrbio do Déficit de Atenção – A diagnose psiquiátrica mais comum entre crianças
Pelas últimas décadas, teorias sobre como lidar com essa desordem tem sido bastante debatida. Tem sido estimado que cerca de 6% de crianças e 3% de adultos nos EUA foram diagnosticados com algum nível de déficit de atenção/ desordem da hiperatividade. DDA é um diagnóstico dado a crianças e adultos que sofrem com problemas sérios em quatro áreas de suas vidas – falta de atenção, comportamento impulsivo e debilitante, hiperatividade e tédio severo que leva a um comportamento destrutivo. Essa desordem tem uma base neurológica e geralmente não é um resultado de pai ou mãe ruim ou de desobediência da criança.

Para diagnosticar essa desordem corretamente, características importantes da DDA/DDAH devem ser presenciadas em muitas situações, não só na escola ou em casa. Essa é a desordem mais comum entre crianças. Comportamentos anti-sociais afetam 60% das crianças com DDA/DDAH e são geralmente visíveis em seu desacato. Os sintomas geralmente são evidentes antes da criança completar sete anos de idade.

Essas crianças são muitas vezes inteligentes e criativas. Infelizmente, geralmente são encaradas como um atrapalho e fora de controle, levando a problemas com os seus colegas e parentes. Para uma criança com DDA/DDAH, ele ou ela mostra que algo não está bem, mas geralmente não conseguem se controlar porque não sabem como fazer isso. Esse comportamento acaba destruindo a auto-estima da criança. Geralmente se sentem que não são amadas, não têm valor, e são sozinhas – ao ponto de, muitas vezes, desistirem por completo.

Aprenda a lidar com o Distúrbio do Déficit de Atenção – Quais tipos de tratamento estão disponíveis?
Há uma variedade de tratamentos disponíveis para ajudar a controlar essa desordem. Cada indivíduo com DDA/DDAH responde a tratamentos de forma diferente. É recomendado que os pais ou os próprios pacientes avaliem qual intervenção seria apropriada para o seu caso. Algumas das coisas a serem consideradas são: a personalidade e necessidades do indivíduo diagnosticado com DDA/DDAH, as finanças para o tratamento, plano de saúde, hábitos alimentares e o compromisso do tempo necessário por parte do indivíduo e parentes para que as intervenções sejam um sucesso.

Fale com um médico ou outro profissional sobre a possibilidade de usar medicamentos. Há muitos tipos de remédio sendo atualmente utilizados para DDA/DDAH. No entanto, todo remédio é uma forma de estimulante (anfetamina) que tem efeitos colaterais positivos e negativos. Outras considerações em termos de remédio são a idade e maturidade do paciente, pois a dose deve ser proporcional ao tamanho do corpo e aos objetivos do tratamento. Quanto aos remédios, algumas precauções são: o perigo de vícios, ter certeza de que o paciente vai tomar a dose da forma prescrita pelo médico e se vai continuar com as suas visitas médicas.

Uma outra intervenção inclui a implementação de um treinamento de comportamento, o qual é um sistema de administração de comportamento que recompensa o comportamento positivo de crianças com DDA/DDAH. Esse tipo de tratamento vai depender das necessidades da criança; trata-se de providenciar comentários positivos sobre o seu progresso, frequentemente mudando os tipos de recompensa para providenciar uma variedade de estímulos positivos para a criança. Tipos adicionais de tratamento incluem treinamento em EEG Biofeedback, aconselhamento/terapia em família, aulas de treinamento que ensinam auto-controle, respeito por outras pessoas a até mesmo uma dieta diferente para toda a família. Há uma evidência de que dieta, alergias e exercício físico são uma parte importante no controle dos efeitos de DDA/DDAH.

É muito importante trabalhar com crianças diagnosticadas com DDA/DDAH – tanto em casa, como na escola—com um trabalho de equipe, objetivos, comunicação e consistência bem definidos entre os adultos que interagem com a criança. Essas crianças, mais do que a maioria, precisam de um horário fixo, consistência, de um quadro bem definido de expectativas do seu desempenho e de como lidar com comportamentos impulsivos que levam a um comportamento “anti-social”. A criança que tem DDA/DDAH dá muito trabalho e exige muito tempo, energia, paciência, consistência e, às vezes, criatividade por parte daqueles que fazem parte de sua rotina.

Aprenda a lidar com a Desordem de Déficit de Atenção – As crianças conseguem se livrar da DDA/DDAH?
A boa notícia é que essa desordem pode ser controlada. Estudos mostram que até 60% de crianças com DDA/DDAH vão superar os sintomas ao completarem 20 anos de idade. O sentimento de hiperatividade vai se tornar apenas uma inquietação. Se o indivíduo tentou alguma forma de tratamento, ele ou ela vai ter aprendido técnicas de auto-controle para controlar seu comportamento impulsivo. Alguns problemas de falta de atenção podem durar até à idade adulta, tornando-se uma espécie de “neblina no cérebro”, causando dificuldade em completar tarefas repetitivas e entediantes. A cafeína em um simples copo de café pode ajudar bastante os que sofrem com isso. Muitos adultos com DDA/DDAH que aprenderam a implementar estilos pessoais diferentes têm sucedido e continuam a suceder em empregos que utilizam seus pontos fortes.

Para poder lidar com a Desordem de Déficit de Atenção, alguns adultos aprenderam a usar cores diferentes em seu caderno ou agenda para ajudá-los a manter o foco. Aprenderam a confiar em pessoas no trabalho ou em casa que ajudam quando a desordem começar a afetar suas vidas de uma forma negativa. Muitos começaram a utilizar os momentos de grande energia para realizar muitas tarefas e admitir quando estão tendo problemas. Alguns aprenderam a fazer listas, cartões com dicas ou apresentações visuais quando têm várias tarefas que precisam ser realizadas. Também há evidência de que certos tipos de música ajudam essas pessoas a se focalizarem na tarefa em mão, ajudando a estimular o cérebro na direção certa. Alguns reconhecem que o perigo do álcool coloca o paciente em risco e deve ser evitado.

Um professor universitário escreve: “Nas salas-de-aula onde ensino, eu encorajo os alunos com DDA/ DDAH a me informarem do fato de que vivem com isso. Como professor, a única forma que posso ajudá-los é se eu estiver ciente do problema. Eu posso gentilmente direcioná-los de volta ao tópico em mão quando os sintomas estiverem começando a se manifestar. Eu posso apresentar o material de forma diferente e com mais animação para que seus cérebros sejam estimulados de formas diferentes – às vezes através de recursos visuais, às vezes envolvendo esses alunos fisicamente em alguma parte da aula, etc. É necessário que se sintam importantes, respeitados, compreendidos e que ainda vão ter que executar as tarefas como os outros alunos. Eu posso oferecer e ofereço ajuda individual aos alunos que dela precisam.“

Aprenda a lidar com a Desordem de Déficit de Atenção – Esperança para a criança com DDAH e seus parentes
Ainda podemos enxergar o futuro com esperança mesmo ao encarar todos os problemas e dificuldades que podem resultar do tratamento da Desordem de Déficit de Atenção e Hiperatividade. Procurar pelas coisas afetuosas que essas crianças fazem ou dizem mostram que nosso esforço faz uma diferença.

Há uma pessoa que entende nossa dor, confusão e dificuldades– DEUS. Ele é o nosso Grande Médico. O Conselheiro. O que está sempre conosco.

Salmos 121:1-3: “Levantarei os meus olhos para os montes, de onde vem o meu socorro. O meu socorro vem do SENHOR que fez o céu e a terra. Não deixará vacilar o teu pé; aquele que te guarda não tosquenejará.“

Salmos 33:22: “Seja a tua misericórdia, SENHOR, sobre nós, como em ti esperamos.“

Salmos 91:2: “Direi do SENHOR: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.“

Jesus é a nossa esperança, nossa ajuda e nosso refúgio. Eles prometeu estar conosco, guiar-nos e encorajar-nos quando acharmos que estamos nas últimas.

A força que ganhamos através de Cristo como prometido em Filipenses 4:13: “Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece“,o apoio e ajuda de amigos, parentes e de intervenções – tudo isso vai ajudar os indivíduos diagnosticados com DDA/DDAH e seus parentes.

Aprenda mais sobre como ter um relacionamento com Jesus Cristo!


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